Desfile de 7 de Setembro em Jundiaí contará com 58 instituições

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quarta-feira, 2, setembro, 2026, 09:52Aline Pagnan2 min de leitura A Avenida Prefeito Luiz Latorre será palco, no dia 7 de setembro, do tradicional Desfile Cívico de Independência, que neste ano reunirá 58 instituições e grupos participantes. A programação organizada pela Secretaria Municipal de Cultura contará com a presença de forças de segurança, escolas municipais e particulares, entidades sociais, projetos voltados à formação de crianças e jovens, grupos escoteiros, instituições religiosas e, ao final, um bloco motorizado. A concentração dos participantes terá início a partir das 8h, na região da Faculdade Anhanguera. A organização orienta que os integrantes cheguem com antecedência, considerando a movimentação esperada e a dificuldade de estacionamento nas proximidades. O desfile começa com a participação das instituições militares e das forças de segurança. Na sequência estarão o 11º e o 49º Batalhões de Polícia Militar do Interior, o 4º Batalhão de Polícia Rodoviária, a Polícia Militar Ambiental, o 19º Grupamento de Bombeiros, a Polícia Civil, a Guarda Municipal de Jundiaí e a Defesa Civil. Depois das forças de segurança, o desfile segue com as escolas. A programação também reúne diferentes iniciativas que fazem parte da vida comunitária de Jundiaí, entre os eixos de cultura, esporte, cidadania e participação social. O encerramento será realizado pelo bloco motorizado. Orientações aos participantes e ao públicoA organização reforça algumas orientações para garantir que o desfile ocorra de forma organizada e segura: A concentração começa a partir das 8h. Os participantes devem chegar com antecedência.O estacionamento da Faculdade Anhanguera não estará disponível para os veículos dos participantes, pois o espaço será utilizado para a concentração e organização das instituições que desfilarão a pé.Não haverá ponto de abastecimento de água no local. É recomendado que cada participante leve sua própria garrafinha.Na chegada, os responsáveis pelas instituições devem procurar a equipe de organização para o posicionamento conforme a ordem estabelecida.Durante o desfile, não haverá paradas em frente ao palanque. Coreografias e apresentações devem ser realizadas em movimento, mantendo o fluxo.No bloco motorizado, por segurança, não será permitida a presença de pessoas desfilando a pé entre os veículos.Os responsáveis devem ter atenção redobrada com as crianças, especialmente na região do Córrego das Valquírias, mantendo os menores acompanhados.A ordem de concentração e desfile deverá ser respeitada, assim como as orientações da equipe de organização.O Desfile Cívico de 7 de Setembro integra o calendário de celebrações da Independência do Brasil e reúne diferentes segmentos da sociedade em uma programação que valoriza a cidadania, a educação, a cultura, o esporte, a história e a participação comunitária de Jundiaí.

Setembro Amarelo – A campanha Setembro Amarelo salva vidas!

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Mês de conscientização e prevenção do suicídio Dia 10 de setembro é, oficialmente, o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, e o mês intitulado Setembro Amarelo, numa campanha nacional dedicada à conscientização e prevenção ao suicídio. Instituído em 2015 pela ABP – Associação Brasileira de Psiquiatria em parcerias com o CFM – Conselho Federal de Medicina, o CVV – Centro de Valorização da Vida, entre outros, para o desenvolvimento de mecanismos, palestras, ações e iniciativas para reduzir os índices de suicídio no país. Segundo dados da OMS – Organização Mundial de Saúde, morrem mais pessoas vítimas de suicídio do que em decorrência do HIV, malária, câncer de mama, guerras e homicídios. O Brasil registra uma média de 38 a 42 suicídios por dia, o que totaliza aproximadamente 14 mil e 15,5 mil por ano, com taxas crescentes e incidência maior entre os indivíduos do sexo masculino, com cerca de 79% do total, enquanto que entre as mulheres registra-se o maior índice de tentativas. A faixa etária de 30 a 39 anos representa 20% dos números de suicídios no país. Logo em seguida vemos jovens adultos de 20 a 29 anos com quase 20% dos índices. Adultos de meia-idade com 40 a 49 anos respondem por 18% das mortes. Embora representem uma parcela menor do volume total em comparação aos adultos jovens, as taxas específicas de mortalidade na população idosa são historicamente altas e acumulam forte alta proporcional a longo prazo na série histórica brasileira, especialmente nas faixas acima de 70 e 80 anos. Já os adolescentes de 15 a 19 anos e os pré-adolescentes de 10 a 14 anos surpreendem com dados que apontam crescimento superiores aos 40% do total, tornando-se um problema grave, uma questão de saúde pública. Não existe um percentual fixo e definido para as categorias profissionais que mais se suicidam. No entanto, estatísticas mostram que entre os trabalhadores que mais atentam contra a própria vida estão: homens do campo, médicos e veterinários, policiais e profissionais da saúde (técnicos e enfermeiros). Para eles, não bastasse a rotina cansativa e estressante ainda contam com fácil acesso aos meios letais mais eficazes e conhecimento de uso. Tudo acaba “facilitando” tentativas de suicídio com eficácia. A ajuda existe! Pode-se contatar o CVV, através do número 188. Disponível 24 horas por dia 7 dias na semana, oferece uma escuta acolhedora e anônima. Redes de saúde pública como UBS – Unidades Básicas de Saúde ou CAPS – Centros de Atenção Psicossocial ou Apoio profissional, através de psicólogos e psiquiatras para um acompanhamento adequado. Lembre-se são sinais de alerta: o isolamento social, a perda de interesse por atividades habituais, a mudança brusca de humor, sono ou apetite, e o descuido repentino com a aparência ou queda no rendimento. Fonte: https://setembroamarelo.org.br/

Candidatos ao Enem podem estudar de graça em aplicativo do MEC; veja como usar

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Notícia boa para quem está se preparando para o Enem 2026: chegou uma ajuda gratuita para a reta final dos estudos. O aplicativo MEC Enem reúne simulados, milhares de exercícios, mais de 300 videoaulas e até uma ferramenta que corrige redações com inteligência artificial. A plataforma do Ministério da Educação pode ser usada por estudantes de todo o país e já soma mais de 1 milhão de usuários. O conteúdo é organizado por áreas do conhecimento e níveis de dificuldade, permitindo que cada candidato monte uma rotina de preparação de acordo com as próprias necessidades. “A ferramenta é bem completa e permite que as pessoas que não têm condições de arcar com cursinhos ou aplicativos pagos possam estudar da mesma forma”, contou Maria Eduarda Rodrigues, estudante do Centro de Ensino Médio Ave Branca, em Brasília, que usa a plataforma para complementar os estudos. Aplicativo tem simulados e mais de 300 aulas Uma das funções mais legais do aplicativo MEC Enem são os simulados. Os estudantes encontram questões de edições anteriores do exame e podem testar os conhecimentos nas diferentes áreas cobradas na prova. Também estão disponíveis milhares de exercícios, mais de 300 videoaulas, conteúdos interativos e materiais de reforço para a preparação. As trilhas de estudos são divididas de acordo com a complexidade e o campo do conhecimento. Assim, o candidato pode acompanhar a evolução sem precisar procurar todo o material separadamente. Inteligência artificial ajuda a montar cronograma O aplicativo também possui um assistente virtual com inteligência artificial. A ferramenta pode tirar dúvidas e ajudar o estudante a criar planos e cronogramas personalizados. A ideia é organizar a preparação de acordo com o tempo disponível e as áreas que precisam de mais atenção. Maria Eduarda, por exemplo, contou que estuda pela manhã na escola e usa o período da tarde para se preparar para o Enem, combinando o aplicativo com o apoio pedagógico oferecido pela instituição onde estuda. Redação pode ser corrigida pelo celular Outra função permite treinar uma das partes mais importantes do Enem: a redação. O estudante escolhe um tema baseado em provas anteriores e escreve o texto à mão, como fará no dia do exame. Depois, basta fotografar a folha pelo celular. O aplicativo transcreve a redação automaticamente e permite que o candidato confira o texto antes de enviá-lo. Em seguida, a inteligência artificial faz a avaliação e apresenta uma estimativa de pontuação e sugestões de melhoria. Segundo o MEC, o retorno pode ser entregue em até 60 segundos. Como acessar o MEC Enem O uso é gratuito. O candidato pode baixar o aplicativo nas lojas digitais para celular ou acessar a versão disponível pela internet. Para entrar, é necessário ter uma conta Gov.br. Depois do login, o estudante já consegue acessar os conteúdos e acompanhar o próprio desempenho. O MEC Enem pode ser acessado diretamente pela plataforma oficial do Ministério da Educação. Enem será aplicado em novembro A ferramenta chega como opção de reforço para os últimos meses de preparação. As provas regulares do Enem 2026 serão realizadas nos dias 8 e 15 de novembro. No primeiro dia, tradicionalmente são aplicadas as provas de Linguagens, Ciências Humanas e Redação. No segundo, os participantes enfrentam Matemática e Ciências da Natureza. Faltam mais de dois meses para o exame e esses recursos gratuitos vão ajudar muitos estudantes.

Alerta de tempestade em Jundiaí nesta quarta (26) antecipa onda de calor de até 34°C no fim de semana

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Moradores de Jundiaí devem ficar atentos com a mudança no tempo ao longo desta quarta-feira (26). O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu um alerta amarelo de perigo potencial para a cidade, válido até as 23h59. A previsão aponta chances de chuva forte (até 50 mm no dia), rajadas de vento entre 40 e 60 km/h e até queda pontual de granizo, impulsionados pela atuação de um cavado meteorológico na região. Por outro lado, a Climatempo traz uma projeção de chuvas mais isoladas e passageiras para o decorrer do dia, concentradas entre o fim da manhã e o início da tarde, mantendo as temperaturas entre 15°C e 22°C. Após a passagem dessa instabilidade, o cenário muda drasticamente nos próximos dias. A partir de quinta-feira (27), o sol volta a predominar e os termômetros iniciam uma trajetória de forte elevação, acompanhada da queda na umidade relativa do ar: Durante o período de alerta de chuva, a recomendação é evitar se abrigar sob árvores ou estruturas metálicas e manter atenção no trânsito. Já para o final de semana de calorão, reforçar a hidratação e evitar a exposição ao sol nas horas mais quentes será fundamental.

Restaurante em SP aposta em rodízio para pets e divide opiniões nas redes: ‘Acharam a ideia doida’

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Vídeo da primeira edição do rodízio alcançou 1,9 milhão de visualizações e mais de nove mil comentários; Fogo de Rua já tem data marcada para o próximo rodízio Por Mavi Faria 18/08/2026 12h44  Atualizado há 3 dias O Brasil é o terceiro país do mundo com a maior população de animais de estimação, cerca de 166,8 milhões de pets, segundo a Associação Brasileira das Empresas do Setor de Animais de Estimação (Abempet), e essa expansão populacional não significa só uma mudança na configuração familiar dos brasileiros, mas também dos costumes e do consumo. Um restaurante lozalizado no Capão Redondo, Zona Sul de São Paulo, por exemplo, já entendeu que os pets entraram de vez para as famílias e decidiu acolhê-los como clientes por meio de uma iniciativa que gerou polêmica e dividiu a opinião de clientes e internautas: um rodízio para pets. A primeira edição do rodízio aconteceu em 6 de agosto e, segundo Carlos Rogério Souza Santos, proprietário do Fogo de Rua, a ideia surgiu apenas dois dias antes de ser implementada no espaço — embora, segundo ele, seja uma necessidade antiga. “Eu identifiquei uma demanda latente no segmento de pets. Pensei na terça-feira e na quinta já coloquei em prática sem medo. Procurei saber o que eles poderiam comer, como temperar a comida para pets e simplesmente fui”, conta. A repercussão nas redes sociais foi imediata e o vídeo compartilhado pela página do restaurante, em que três potes de ração são servidos por um garçom a cachorros que estão na mesa com seus tutores, já alcançou 1,9 milhão de visualizações e mais de nove mil comentários. https://www.instagram.com/p/DbuDBu5NaOd/embed/?cr=1&v=14&rd=https%3A%2F%2Frevistapegn.globo.com&rp=%2Fredes-sociais%2Fnoticia%2F2026%2F08%2Frestaurante-em-sp-aposta-em-rodizio-para-pets-e-divide-opinioes-nas-redes-acharam-a-ideia-doida.ghtml%3Futm_source%3Dwhatsapp%26utm_medium%3Dcanalwpp%26utm_campaign%3Dcanalpegn#%7B%22ci%22%3A0%2C%22os%22%3A16339.899999976158%2C%22ls%22%3A2316.699999988079%2C%22le%22%3A2939.199999988079%7D Nos comentários, muitos internautas parabenizaram a iniciativa: “Visionário!!!!! Eu gostaria muito que tivesse na minha cidade. Parabéns”, afirma uma pessoa, enquanto outra brincou que, se fosse ao rodízio, o cachorro dela daria prejuízo. “Se eu for aí você vai ter prejuízo kkk meu cachorro já comeu 5kg de carne de um churrasco”. Outros, no entanto, se revoltaram com os animais ocupando espaços na mesa e se alimentando ao lado dos humanos. Um usuário, por exemplo, escreveu: “Isso aí só vai quem tem pet! Pq quem não tem não merece ficar perto de bicho na hora da comida !!”, enquanto outro disse “Misturar as coisas de cachorro com de gente?”.

De Jundiaí ao Canadá: pai transforma desafios da imigração em oportunidade para a família

Por Redação

Há sete anos em Ontário, Guilherme Ricci encontrou na carpintaria um caminho para recomeçar e construir, ao lado da esposa Juliana e dos filhos Hannah e Ryan, uma vida longe do Brasil Deixar o país de origem, afastar-se da família e recomeçar a vida em uma cultura diferente exige mais do que planejamento. Para o jundiaiense Guilherme Ricci e sua esposa, Juliana Cassalho Ricci, a mudança para o Canadá representou um salto para fora da zona de conforto e o início de uma trajetória marcada por desafios, aprendizado e superação. O casal deixou Jundiaí em busca de novas experiências e melhores oportunidades. A adaptação, porém, não aconteceu de forma imediata. Além da distância dos familiares e amigos, Guilherme e Juliana precisaram enfrentar as dificuldades do idioma, as diferenças culturais e as inseguranças comuns a quem tenta reconstruir a vida em outro país. Atualmente, a família vive na província de Ontário, onde está há sete anos. Foi na construção civil, especialmente na área de carpintaria, que Guilherme encontrou uma oportunidade para crescer profissionalmente. Com o tempo, desenvolveu uma forma própria de organizar e executar o trabalho, conquistou espaço no mercado e passou a obter os recursos necessários para proporcionar uma vida digna e tranquila à família. A experiência também ampliou seus conhecimentos para além da profissão. Guilherme aprendeu inglês, desenvolveu a comunicação em espanhol durante a convivência com outros imigrantes e afirma que já consegue “arranhar” algumas palavras em francês. “No começo, tudo parecia mais difícil porque estávamos longe de tudo o que conhecíamos. Foi preciso aprender o idioma, entender uma nova cultura e aceitar que teríamos de começar novamente. A paternidade me deu ainda mais força para continuar. Hoje, quando vejo meus filhos crescendo, estudando e tendo oportunidades, sinto que cada dificuldade enfrentada valeu a pena”, relata Guilherme. Recomeço também para Juliana Mesmo tendo concluído duas faculdades no Brasil, Juliana precisou ingressar em uma área diferente de sua formação. No Canadá, passou a integrar uma equipe de limpeza, atividade profissional classificada oficialmente como light duty cleaner e que também pode receber denominações como house cleaner ou housekeeper, dependendo do ambiente e das funções exercidas. O trabalho foi interrompido após o nascimento da primeira filha. Juliana passou então a se dedicar à maternidade e, posteriormente, encontrou na internet uma nova forma de atuação. Atualmente, produz conteúdos digitais e compartilha experiências relacionadas à vida da família no Canadá. O casal tem dois filhos, Hannah e Ryan. As crianças estudam no país e, segundo os pais, contam com o suporte oferecido pelo sistema educacional canadense. Em Ontário, o governo provincial é responsável pela educação pública financiada pelo Estado, da educação infantil ao fim do ensino médio. Para Guilherme, acompanhar o desenvolvimento dos filhos em um ambiente com estrutura educacional e novas possibilidades tornou-se uma das maiores recompensas da mudança. “Ser pai longe do Brasil também traz desafios. Queremos que nossos filhos aproveitem tudo o que o Canadá oferece, mas fazemos questão de ensinar nossas raízes, nossa língua e os valores que trouxemos de casa. Eles estão crescendo entre duas culturas, e isso também é uma riqueza”, afirma. Amizades que diminuem a distância A construção de uma rede de apoio foi essencial durante a adaptação. Ao longo dos anos, Guilherme e Juliana criaram vínculos com brasileiros, espanhóis e imigrantes de outras nacionalidades que vivem em Ontário. As amizades ajudaram a diminuir a sensação de isolamento e a tornar mais leve a experiência de viver longe da terra natal. A convivência multicultural também contribuiu para o aprendizado de novos idiomas e para a compreensão de diferentes costumes. Aos poucos, o lugar inicialmente desconhecido passou a ser reconhecido como lar. Apesar da estabilidade conquistada, Guilherme não esconde a saudade de Jundiaí e do Brasil. O desejo de retornar à cidade natal existe, alimentado pelas lembranças, pelos vínculos familiares e pela ligação afetiva com suas origens. A situação econômica brasileira, no entanto, é apontada por ele como um fator de preocupação antes de qualquer decisão definitiva. “O Brasil continua sendo a nossa terra e Jundiaí ocupa um lugar muito especial na minha vida. Tenho vontade de voltar, mas uma decisão assim precisa ser tomada com responsabilidade, principalmente porque envolve o futuro dos nossos filhos. A preocupação econômica pesa, embora o amor pelo Brasil nunca tenha diminuído”, diz. Neste Dia dos Pais, a história de Guilherme revela que a paternidade também pode ser uma jornada de coragem. Entre ferramentas, novos idiomas, saudade e reconstrução, ele encontrou motivação para transformar as incertezas da imigração em um projeto de vida para Hannah e Ryan. Mais do que cruzar fronteiras, Guilherme e Juliana construíram uma nova trajetória familiar — sem esquecer o lugar onde tudo começou. Casal de Jundiaí compartilha rotina, passeios e histórias de brasileiros no Canadá No projeto “Na Volta Eu Te Conto”, Guilherme e Juliana mostram a vida em família, apresentam lugares e valorizam empreendedores locais Mais do que divulgar destinos, o casal procura contar as histórias existentes por trás de cada lugar. A proposta é ajudar o público a conhecer diferentes opções de lazer, gastronomia e entretenimento, mostrando com sinceridade o que realmente vale a pena visitar. O projeto também conta com um quadro dedicado aos empreendedores locais. Nele, Guilherme e Juliana apresentam restaurantes, lojas e outros estabelecimentos, dando visibilidade às pessoas responsáveis pelos negócios e às trajetórias construídas por brasileiros e imigrantes no Canadá. Com o “Na Volta Eu Te Conto”, Guilherme e Juliana transformam passeios e momentos cotidianos em histórias, informações e lembranças. O projeto marca uma nova etapa na trajetória do casal e cria uma ponte entre a vida no Canadá e o público brasileiro. Quer acompanhar essa família, conhecer novos lugares e descobrir histórias de quem empreende no Canadá? Acesse o link e conheça o “Na Volta Eu Te Conto”: https://www.youtube.com/@navoltaeuteconto