Categoria: Conexao

Várzea Paulista recebe a 5ª Copa União de Karatê com mais de 800 atletas

Por JORNALISMO TERRA DA UVA

Várzea Paulista abre as portas para um dos maiores eventos esportivos da modalidade na região. No dia 1º de agosto, a cidade recebe a 5ª Copa União de Karatê, competição que promete reunir mais de 800 atletas, representantes de 62 associações esportivas e delegações de 51 cidades. O evento será realizado a partir das 8h, no Ginásio da Vila Popular, com entrada gratuita para o público. A expectativa é de que centenas de pessoas acompanhem as disputas ao longo do dia, entre familiares, treinadores, praticantes do esporte e admiradores do karatê. Mais do que uma competição, a Copa União de Karatê representa uma oportunidade para incentivar a prática esportiva e promover a integração entre atletas de diferentes municípios. A presença de participantes de dezenas de cidades também reforça o potencial de Várzea Paulista para sediar grandes eventos, movimentando o esporte e contribuindo para a divulgação do município. Reconhecido pelos valores que transmite, como disciplina, respeito, autocontrole e perseverança, o karatê tem conquistado cada vez mais adeptos no país, especialmente entre crianças e jovens. Competições como a Copa União são importantes não apenas para revelar talentos, mas também para fortalecer projetos esportivos que utilizam a modalidade como ferramenta de inclusão social e formação cidadã. A organização do evento convida toda a população para prestigiar as disputas e incentivar os atletas. A entrada é gratuita, permitindo que famílias e amantes do esporte acompanhem de perto um dia marcado por técnica, dedicação e espírito esportivo

Várzea Paulista reforça compromisso com o turismo regional e participa da criação de associação entre municípios

Por JORNALISMO TERRA DA UVA

Várzea Paulista deu mais um passo em direção ao fortalecimento do turismo regional. O prefeito do município recebeu representantes da Região Turística Negócios & Cultura para discutir a criação da Associação da Região Turística, entidade que terá como principal objetivo promover a governança compartilhada entre as cidades integrantes do projeto. A iniciativa busca ampliar a integração entre os municípios, fortalecendo ações conjuntas voltadas ao desenvolvimento do turismo, à valorização do patrimônio cultural e à geração de novas oportunidades econômicas para a região. Entre as propostas discutidas está a construção de estratégias comuns que permitam potencializar os atrativos turísticos locais, incentivar investimentos e ampliar a visibilidade regional, beneficiando não apenas os visitantes, mas também comerciantes, empreendedores e a população. Para Várzea Paulista, a participação no projeto representa a oportunidade de consolidar o turismo como uma ferramenta de desenvolvimento sustentável, capaz de movimentar a economia local, estimular a produção cultural e criar novas possibilidades de emprego e renda. A criação da Associação da Região Turística também deverá contribuir para tornar mais eficiente a articulação entre os municípios participantes, permitindo o planejamento integrado de ações, eventos e políticas públicas voltadas ao setor. Com a união de esforços, a expectativa é que a Região Turística Negócios & Cultura se fortaleça como um importante polo de desenvolvimento regional, ampliando a capacidade dos municípios de atrair visitantes e promover suas potencialidades de forma conjunta. Com Informações Prefeitura Municipal de Várzea Paulista

Política industrial: o que o Brasil deveria fazer (e ainda não fez)Análise da proposta brasileira e os pontos críticos para o desenvolvimento competitivo e exportador.

Por admin

Política industrial: o que o Brasil deveria fazer (e ainda não fez) A política industrial voltou ao centro do debate econômico mundial após permanecer por cerca de três décadas tratada como um anacronismo pela ortodoxia econômica. A crise financeira de 2008, a guerra comercial entre Estados Unidos e China, as rupturas nas cadeias globais de suprimentos durante a pandemia e a corrida por semicondutores e tecnologias ligadas à transição energética recolocaram o Estado como agente estratégico na definição de setores prioritários ao desenvolvimento. Até mesmo o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial, historicamente céticos em relação a esse tipo de intervenção, passaram a reconhecer que políticas industriais bem desenhadas podem acelerar a convergência tecnológica. A questão, portanto, deixou de ser se o Estado deve intervir e passou a ser como fazê-lo sem reproduzir o erro clássico de proteger setores que acabam capturando renda sem elevar produtividade ou competitividade. A Coreia do Sul constitui o exemplo mais emblemático desse modelo bem-sucedido. Desde o início da década de 1960, o governo estruturou sua estratégia de desenvolvimento com base em metas de exportação, e não na simples substituição de importações. Crédito direcionado, incentivos fiscais e proteção tarifária concedidos aos chaebols — grandes conglomerados empresariais multinacionais, administrados e controlados por famílias no país sul-coreano — estavam condicionados ao desempenho no mercado internacional: empresas que não atingiam as metas de exportação previamente estabelecidas perdiam os benefícios recebidos. A chamada Heavy and Chemical Industry Drive, lançada em 1973, priorizou segmentos como siderurgia, construção naval e indústria química, tendo a estatal POSCO como um dos principais instrumentos de execução. A disciplina econômica derivava da exposição à concorrência externa, e não da proteção do mercado doméstico, sendo complementada por investimentos contínuos e em larga escala em educação técnica, engenharia e qualificação profissional. A China, por sua vez, adotou estratégia semelhante, adaptando-a às características de sua economia e de seu regime político. A partir de 1978, as zonas econômicas especiais, como Shenzhen, passaram a funcionar como laboratórios institucionais, permitindo a experimentação de regras distintas daquelas vigentes no restante do país. Durante anos, o ingresso de capital estrangeiro esteve condicionado à transferência de tecnologia e à formação de joint ventures com empresas locais. Paralelamente, bancos públicos de desenvolvimento direcionaram crédito de longo prazo aos setores considerados estratégicos, enquanto a avaliação dos dirigentes provinciais pelo Partido Comunista passou a incorporar metas de crescimento econômico e desempenho exportador, estimulando uma competição interna por resultados. Ao mesmo tempo, o país investiu maciçamente na formação de engenheiros e promoveu uma mudança deliberada de sua pauta exportadora, migrando de produtos intensivos em mão de obra (como têxteis) para segmentos de maior intensidade tecnológica (como eletrônicos, veículos elétricos e semicondutores), sempre orientado por metas públicas explícitas, a exemplo do programa Made in China 2025. À luz dessas experiências, o Brasil deveria incorporar essas lições ao aperfeiçoamento do Projeto de Lei (PL) 4.133/2023. A proposta, aprovada pela Câmara dos Deputados e atualmente em tramitação no Senado, institui o marco legal permanente da Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (PITCE). Pelo texto, cada presidente da República deverá apresentar, no primeiro ano de mandato, metas mensuráveis com vigência até o término do primeiro ano do governo seguinte. Dentre os instrumentos previstos, destacam-se o uso de empresas estatais, as exigências de conteúdo nacional, as subvenções econômicas e o crédito subsidiado por meio do BNDES e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), além de compras públicas com reserva de mercado. A margem de preferência para produtos nacionais passa de 10% para 20%, podendo alcançar 30% nos casos de bens sustentáveis ou de maior conteúdo tecnológico, regra que também se estende às concessões e Parcerias Público-Privadas (PPPs). As diferenças estruturais entre o desenho brasileiro e os modelos asiáticos concentram-se em quatro aspectos principais. O primeiro é que a proposta nacional privilegia a proteção do mercado interno sem exigir contrapartidas objetivas de resultado exportador nem estabelecer mecanismos automáticos de retirada dos benefícios em caso de descumprimento das metas, como ocorreu na Coreia do Sul e na China. O segundo é que, ao concentrar a disciplina econômica no mercado doméstico, reproduz um risco já comprovado pela experiência da Lei da Informática, de 1991, que concedeu incentivos duradouros sem produzir avanços proporcionais em produtividade, geração de empregos ou participação da indústria no Produto Interno Bruto (PIB). O terceiro refere-se à ausência de um eixo sólido de formação de capital humano, com investimentos em educação técnica e engenharia compatíveis com as metas industriais, componente tratado como indissociável da estratégia de desenvolvimento nos casos asiáticos. Por fim, a vinculação da PITCE ao calendário eleitoral presidencial contrasta com a continuidade institucional observada nos países que obtiveram mais êxito, onde políticas industriais foram conduzidas por estruturas relativamente estáveis e capazes de preservar objetivos de longo prazo independentemente das mudanças de governo. Essas diferenças não diminuem o mérito de conferir ao País um marco legal permanente à política industrial, algo que, atualmente, existe apenas de forma transitória por meio da Nova Indústria Brasil. Contudo, um marco regulatório estável e mecanismos de proteção ao mercado interno, por si sós, não reproduzem os elementos que explicam o sucesso das experiências internacionais. Os casos mais bem-sucedidos combinaram proteção temporária com metas rigorosas de exportação, avaliação permanente de performance, investimentos consistentes em capital humano e instituições capazes de assegurar continuidade às políticas públicas, sem importar o ciclo político. O PL 4.133/2023 avança ao ampliar a previsibilidade regulatória, mas concentra os incentivos na blindagem do mercado doméstico, e não na disciplina imposta pela concorrência internacional — precisamente o fator que distinguiu as experiências de industrialização competitiva das políticas de proteção que não produziram ganhos sustentáveis de produtividade.

Avenida 9 de Julho: uma história que atravessa Jundiaí

Por admin

Antes de se tornar uma das avenidas mais conhecidas e importantes da cidade, a Avenida 9 de Julho tinha uma paisagem bem diferente da que vemos hoje. Na década de 1970, a região era marcada pelo Córrego do Mato e por áreas ainda pouco urbanizadas. Com o crescimento de Jundiaí, surgiu a necessidade de criar uma grande via que ajudasse a ligar diferentes pontos da cidade e acompanhasse o ritmo de desenvolvimento urbano. Foi assim que a antiga paisagem deu lugar a uma avenida ampla, moderna para a época, que se tornaria símbolo de progresso e transformação. O nome “9 de Julho” faz referência à Revolução Constitucionalista de 1932, uma data importante para a história do Estado de São Paulo. Hoje, a Avenida 9 de Julho é muito mais do que uma via de passagem. Ela faz parte da memória afetiva dos jundiaienses, guarda lembranças de diferentes gerações e continua sendo um dos cartões-postais da cidade. Uma avenida que nasceu da transformação e se tornou parte da identidade de Jundiaí. A base histórica: a avenida começou a ser construída a partir de 1974, na gestão do prefeito Íbis Cruz, sobre uma região ligada ao antigo Córrego do Mato; o nome homenageia a Revolução Constitucionalista de 1932.

Consumidores trocam centros comerciaispor shoppings centers

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Já a algum tempo que o perfil do comércio varejista tem mudado significativamente, principalmente nas grandes cidades brasileiras. Ruas que antes eram grandes polos comerciais vêm perdendo seus encantos, diminuindo o número de clientes, desestimulados pela degradação do centros urbanos com abandonos de imóveis, perda de pequenos varejistas, falta de segurança e de opções de comércio. Desanimados com o comércio de rua, os consumidores encontraram nos shoppings centers um combo de vantagens e comodidades. Estacionamento fácil, proteção das intempéries, climatização, várias redes e marcas, alimentação e diversão concentrados em um mesmo lugar. Especialistas apontam a revitalização dos centros urbanos como uma solução para a retomada da vida comercial das cidades. Em diversas cidades do mundo, a requalificação urbana têm conseguido recuperar áreas comerciais tradicionais e atrair novamente os consumidores.Em Jundiaí, por exemplo, o Programa Centro da Gente, da Prefeitura Municipal cuida justamente disso. Fontes: Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas; IBGE; CNC – Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

Centro de Jundiaí: teste de resistência para comerciantes e moradores

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Diante da crescente degradação da região central de Jundiaí, os comerciantes enfrentam um verdadeiro teste de resistência para manter seus estabelecimentos abertos. Esse esvaziamento é atribuído ao grande número de imóveis abandonados ou para locação, falta de infraestrutura e de segurança, levando a diminuição de clientes, que preferem as praticidades dos shoppings e mais ainda das compras online. Com o intuito de frear essa tendência, a Prefeitura do Município de Jundiaí criou um Programa Centro da Gente, para a revitalização da região com incentivo a participação de toda a comunidade (moradores, serviços públicos e comerciantes). O Programa baseado em 4 pilares prevê: Zeladoria e Segurança: com a melhoria na iluminação, manutenção de ruas e calçadas, ampliação da ronda da Guarda Municipal, limpeza, entre outras. Habitação:  com medidas de incentivo a recuperação de imóveis, novas moradias, diversificação do perfil dos moradores e habitantes da região. Remodelação urbana: com a aplicação de intervenções para a transformação física do Centro, com criação de espaços para manifestações culturais e de convivência. Mobilidade e acessibilidade: com a melhora nas condições de circulação de pedestres pelo Centro e integração entre outras regiões, facilitando os deslocamentos.