A pré-venda de ingressos para ‘Vingadores: Doutor Destino’ já tem data para começar no Brasil

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Sequência da saga de maior sucesso da Marvel Studios estreia nos cinemas do Brasil em 17 de dezembro Ingresso.com 25/09/2026 | 00:01Atualizado em: 25/09/2026 | 00:26Compartilhar Ver sessões Atendendo a pedidos dos fãs, a Disney enfim divulgou a data oficial do início da venda antecipada de ingressos para “Vingadores: Doutor Destino”, quinto capítulo da saga mais popular do Universo Cinematográfico Marvel (MCU). QUANDO COMEÇA A PRÉ-VENDA PARA “VINGADORES: DOUTOR DESTINO” NO BRASIL? Os ingressos estarão disponíveis a partir de 28 de setembro, à 00h01 (virada de domingo para segunda-feira), horário de Brasília, exclusivamente para sessões nas salas com o selo Infinity Vision. Neste dia e horário, por meio do site e aplicativos da Ingresso.com, será possível garantir os melhores lugares nas primeiras exibições do filme, que estreia oficialmente em 17 de dezembro. O que é Infinity Vision? Em breve, a Disney divulgará a data de abertura da pré-venda para as demais salas do circuito tradicional. Faça parte do canal do Whatsapp da Ingresso.com e fique por dentro de promoções e das últimas notícias sobre o universo do cinema e da cultura pop! Com direção de Joe e Anthony Russo, veteranos da franquia, “Vingadores: Doutor Destino” tem roteiro assinado por Michael Waldron (‘Loki’) e Stephen McFeely (‘Agente Carter’). Na trama, heróis de três universos distintos são colocados em rota de colisão mortal enquanto a Saga do Multiverso inicia seu capítulo final. No centro do conflito está o poderoso vilão Victor Von Doom, o Doutor Destino, vivido pelo icônico Robert Downey Jr., um mestre da magia e das ciências avançadas que desencadeia uma crise em cascata, capaz de ameaçar a existência de todos. O filme conta, ainda, com a participação de diversos outros rostos conhecidos pelo público, como Ryan Reynolds (Deadpool), Hugh Jackman (Wolverine), Patrick Stewart (Professor Xavier), Ian McKellen (Magneto), Kelsey Grammer (Fera) e Rebecca Romijn (Mística) – confira a lista com os demais integrantes do elenco.

Setembro Amarelo – A campanha Setembro Amarelo salva vidas!

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Mês de conscientização e prevenção do suicídio Dia 10 de setembro é, oficialmente, o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, e o mês intitulado Setembro Amarelo, numa campanha nacional dedicada à conscientização e prevenção ao suicídio. Instituído em 2015 pela ABP – Associação Brasileira de Psiquiatria em parcerias com o CFM – Conselho Federal de Medicina, o CVV – Centro de Valorização da Vida, entre outros, para o desenvolvimento de mecanismos, palestras, ações e iniciativas para reduzir os índices de suicídio no país. Segundo dados da OMS – Organização Mundial de Saúde, morrem mais pessoas vítimas de suicídio do que em decorrência do HIV, malária, câncer de mama, guerras e homicídios. O Brasil registra uma média de 38 a 42 suicídios por dia, o que totaliza aproximadamente 14 mil e 15,5 mil por ano, com taxas crescentes e incidência maior entre os indivíduos do sexo masculino, com cerca de 79% do total, enquanto que entre as mulheres registra-se o maior índice de tentativas. A faixa etária de 30 a 39 anos representa 20% dos números de suicídios no país. Logo em seguida vemos jovens adultos de 20 a 29 anos com quase 20% dos índices. Adultos de meia-idade com 40 a 49 anos respondem por 18% das mortes. Embora representem uma parcela menor do volume total em comparação aos adultos jovens, as taxas específicas de mortalidade na população idosa são historicamente altas e acumulam forte alta proporcional a longo prazo na série histórica brasileira, especialmente nas faixas acima de 70 e 80 anos. Já os adolescentes de 15 a 19 anos e os pré-adolescentes de 10 a 14 anos surpreendem com dados que apontam crescimento superiores aos 40% do total, tornando-se um problema grave, uma questão de saúde pública. Não existe um percentual fixo e definido para as categorias profissionais que mais se suicidam. No entanto, estatísticas mostram que entre os trabalhadores que mais atentam contra a própria vida estão: homens do campo, médicos e veterinários, policiais e profissionais da saúde (técnicos e enfermeiros). Para eles, não bastasse a rotina cansativa e estressante ainda contam com fácil acesso aos meios letais mais eficazes e conhecimento de uso. Tudo acaba “facilitando” tentativas de suicídio com eficácia. A ajuda existe! Pode-se contatar o CVV, através do número 188. Disponível 24 horas por dia 7 dias na semana, oferece uma escuta acolhedora e anônima. Redes de saúde pública como UBS – Unidades Básicas de Saúde ou CAPS – Centros de Atenção Psicossocial ou Apoio profissional, através de psicólogos e psiquiatras para um acompanhamento adequado. Lembre-se são sinais de alerta: o isolamento social, a perda de interesse por atividades habituais, a mudança brusca de humor, sono ou apetite, e o descuido repentino com a aparência ou queda no rendimento. Fonte: https://setembroamarelo.org.br/

Golpe cibernético atinge um em cada três brasileiros em 2025

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O Brasil vive uma febre de golpes, sejam eles cibernéticos ou não. Pesquisam apontam que 26 milhões de brasileiros já foram vítimas de fraudes na internet nos últimos 12 meses. Índices apontam um em cada 3 cidadãos já foi vítima. Foram também registrados 2,2 milhões de crimes de estelionato em geral, o que representa uma média de 258 por hora ou 4 por minuto, um aumento de 2,7% em relação ao ano anterior. Os dados são parte do mapeamento de registros criminais feitos pelas Secretarias de Segurança Pública dos estados brasileiros e do DF, que compõem o Anuário Brasileiro de Segurança Pública com informações de 2025. O crescimento nos golpes de estelionato vem na contramão dos índices de roubos e furtos, que registram 610.959 em 2025, uma queda de 18,3% em relação ao ano anterior. Isso em decorrência da mudança de hábitos dos brasileiros. A cada dia mais e mais pessoas se tornm refém da tecnologia. Os golpes mais comuns registrados são: a clonagem de cartões de crédito, golpes por WhatsApp, falsa central bancária, uso indevido de CPF e lojas falsas. Fique atento! Os crimes atingem todas as faixas etárias, sendo que os jovens de 16 a 29 anos refletem 27% do número de vítimas. As demais faixas são atingidas quase que igualmente. Fonte: https://g1.globo.com/

Novo acelerador linear amplia qualidade do tratamento contra o câncer no HSV

Por Redação

Pacientes em tratamento contra o  câncer pelo Sistema Único de  Saúde (SUS) passam a contar com uma tecnologia mais moderna no  Hospital de Caridade São Vicente de Paulo (HSV), em Jundiaí. A unidade iniciou nesta sexta-feira (24) a operação de um novo acelerador linear, equipamento que promete tornar a radioterapia mais precisa, rápida e confortável. Cancro O aparelho utiliza radioterapia guiada por imagem, tecnologia que permite direcionar os feixes de radiação com maior exatidão ao tumor, preservando os tecidos saudáveis ao redor. Com isso, há redução dos efeitos colaterais e, em alguns casos, diminuição do número de sessões necessárias para o tratamento. Além da precisão, o novo equipamento oferece uma estrutura mais ampla e silenciosa, proporcionando mais conforto aos pacientes durante o procedimento. O Hospital São Vicente é referência no tratamento oncológico para moradores de Jundiaí, Várzea Paulista, Campo Limpo Paulista, Itupeva, Louveira, Jarinu, Cabreúva, Itatiba e Morungaba. Atualmente, a unidade recebe cerca de 72 novos pacientes por mês e realiza aproximadamente 1.468 sessões mensais de radioterapia. Para receber o novo acelerador linear, o hospital passou por adequações na infraestrutura, incluindo reformas nas redes elétrica e hidráulica, modernização do sistema de ar-condicionado e substituição do equipamento de refrigeração industrial, garantindo o funcionamento da nova tecnologia O equipamento, modelo Halcyon™, passou pelas etapas de instalação, calibração e recebeu autorização da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) para entrar em operação. Com a modernização, a expectativa é ampliar a qualidade da assistência oncológica oferecida pelo SUS na região, permitindo que pacientes tenham acesso a um tratamento de alta tecnologia sem a necessidade de deslocamento para outros centros especializados. Controlo de qualidade e acompanhamento

Smartphones ou câmeras fotográficas?A tecnologia amplia possibilidades, mas não substitui o olhar do fotógrafo

Por Redação

A fotografia nunca esteve tão presente no dia a dia das pessoas. Com o avanço da tecnologia e a popularização dos dispositivos móveis, registrar momentos tornou-se uma prática simples e acessível. Atualmente, o Brasil possui mais smartphones ativos do que habitantes, com cerca de 276,4 milhões de aparelhos em uso, o equivalente a aproximadamente 1,2 celular por pessoa. Quando somados tablets e notebooks, a média sobe para 1,8 dispositivo por habitante. Essa realidade transformou a maneira como produzimos e compartilhamos imagens. O que antes dependia de equipamentos específicos, hoje cabe no bolso. Smartphones modernos oferecem recursos cada vez mais avançados, como estabilização de vídeo, zoom aprimorado, inteligência artificial e melhor desempenho em ambientes com pouca luz, tornando-se importantes aliados tanto para usuários comuns quanto para produtores de conteúdo. Mas será que eles substituíram definitivamente as máquinas fotográficas? A resposta depende do objetivo de cada fotografia. Embora a qualidade das imagens produzidas pelos celulares tenha evoluído significativamente, ela não está relacionada apenas ao número de megapixels. Fatores como processamento computacional, tamanho do sensor, qualidade das lentes e algoritmos de inteligência artificial desempenham papel fundamental no resultado final. Os smartphones se destacam pela praticidade. Além de fotografar, permitem editar e compartilhar conteúdos instantaneamente nas redes sociais, reunindo diversas ferramentas em um único aparelho. Por isso, são ideais para a produção de conteúdo digital, registros cotidianos e trabalhos voltados ao marketing e ao comércio eletrônico. Por outro lado, as máquinas fotográficas continuam sendo referência quando o assunto é qualidade óptica e liberdade criativa. Equipadas com sensores maiores e lentes intercambiáveis, oferecem maior controle sobre iluminação, profundidade de campo e composição da imagem, permitindo resultados mais sofisticados e personalizados. Naturalmente, cada equipamento apresenta limitações. O uso constante da câmera do celular consome significativamente a bateria do aparelho e oferece menor flexibilidade em determinados ajustes manuais. Já as câmeras profissionais costumam ser maiores, exigem acessórios específicos, possuem custo mais elevado e demandam conhecimento técnico para extrair todo o seu potencial. Mesmo diante do crescimento dos smartphones, profissionais da fotografia seguem encontrando um mercado consolidado em segmentos que valorizam a qualidade artística e técnica das imagens. Casamentos, formaturas, batizados, ensaios gestacionais e newborn são alguns exemplos em que o olhar criativo do fotógrafo continua sendo um diferencial importante. A tecnologia democratizou a fotografia, mas não eliminou a necessidade do conhecimento e da sensibilidade artística. Smartphones e máquinas fotográficas não são concorrentes diretos em todos os cenários. Em muitos casos, eles se complementam, atendendo necessidades distintas. No fim das contas, a melhor câmera continua sendo aquela capaz de contar uma boa história. E, para isso, nenhum equipamento substitui o olhar de quem está por trás das lentes.