Bailarina com paralisia cerebral supera previsão médica e dança no Festival de Joinville

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Aos 11 anos, Manuela Nogueira, de Jundiaí (SP), trocou o andador pelo centro do palco e se tornou a primeira bailarina atípica do município a se apresentar no maior evento de dança do mundo. Por Leonardo Vieira, TV TEM Bailarina com paralisia cerebral transforma dança em história de superação em Jundiaí A história da jovem Manuela Nogueira, de 11 anos, mostra como a dança pode ser uma ferramenta de superação, autonomia e inclusão. Diagnosticada com paralisia cerebral aos dois anos, a menina de Jundiaí (SP) superou previsões médicas desfavoráveis e se tornou a primeira bailarina atípica da cidade a subir ao palco do Festival de Dança de Joinville (SC). O diagnóstico inicial apontava que a pequena não poderia dançar. No entanto, ao ver a mãe, Cristiane Nogueira, praticando balé, o desejo de Manu de seguir o mesmo caminho falou mais alto. Com o incentivo da família e a orientação de uma professora, ela ingressou na dança aos quatro anos, sempre acompanhada por um trabalho integrado de fisioterapia. “Coloquei a Manu no balé com auxílio da fisioterapia. Ela está sempre acompanhada para saber o que pode ou não fazer, e então se apaixonou. Está sempre dançando em todo lugar, em casa e até no banheiro”, afirma Cristiane. Apresentação em Joinville A rotina de treinos exige persistência para superar as limitações motoras. Durante o festival em Santa Catarina, Manu apresentou-se em grupo e também em um número solo. O ponto alto da apresentação ocorreu quando a menina deixou o andador rosa de lado para executar a coreografia sozinha no centro do palco, emocionando a plateia. “Eu sempre me emociono quando ela dança, mas em Joinville foi além. Depois da apresentação as pessoas pararam para tirar foto, muitas pessoas choraram e se emocionaram”, detalha a mãe. Bailarina de Jundiaí com paralisia cerebral supera diagnóstico e brilha no Festival de Joinville — Foto: Reprodução/TV Tem

Desfile de 7 de Setembro em Jundiaí contará com 58 instituições

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quarta-feira, 2, setembro, 2026, 09:52Aline Pagnan2 min de leitura A Avenida Prefeito Luiz Latorre será palco, no dia 7 de setembro, do tradicional Desfile Cívico de Independência, que neste ano reunirá 58 instituições e grupos participantes. A programação organizada pela Secretaria Municipal de Cultura contará com a presença de forças de segurança, escolas municipais e particulares, entidades sociais, projetos voltados à formação de crianças e jovens, grupos escoteiros, instituições religiosas e, ao final, um bloco motorizado. A concentração dos participantes terá início a partir das 8h, na região da Faculdade Anhanguera. A organização orienta que os integrantes cheguem com antecedência, considerando a movimentação esperada e a dificuldade de estacionamento nas proximidades. O desfile começa com a participação das instituições militares e das forças de segurança. Na sequência estarão o 11º e o 49º Batalhões de Polícia Militar do Interior, o 4º Batalhão de Polícia Rodoviária, a Polícia Militar Ambiental, o 19º Grupamento de Bombeiros, a Polícia Civil, a Guarda Municipal de Jundiaí e a Defesa Civil. Depois das forças de segurança, o desfile segue com as escolas. A programação também reúne diferentes iniciativas que fazem parte da vida comunitária de Jundiaí, entre os eixos de cultura, esporte, cidadania e participação social. O encerramento será realizado pelo bloco motorizado. Orientações aos participantes e ao públicoA organização reforça algumas orientações para garantir que o desfile ocorra de forma organizada e segura: A concentração começa a partir das 8h. Os participantes devem chegar com antecedência.O estacionamento da Faculdade Anhanguera não estará disponível para os veículos dos participantes, pois o espaço será utilizado para a concentração e organização das instituições que desfilarão a pé.Não haverá ponto de abastecimento de água no local. É recomendado que cada participante leve sua própria garrafinha.Na chegada, os responsáveis pelas instituições devem procurar a equipe de organização para o posicionamento conforme a ordem estabelecida.Durante o desfile, não haverá paradas em frente ao palanque. Coreografias e apresentações devem ser realizadas em movimento, mantendo o fluxo.No bloco motorizado, por segurança, não será permitida a presença de pessoas desfilando a pé entre os veículos.Os responsáveis devem ter atenção redobrada com as crianças, especialmente na região do Córrego das Valquírias, mantendo os menores acompanhados.A ordem de concentração e desfile deverá ser respeitada, assim como as orientações da equipe de organização.O Desfile Cívico de 7 de Setembro integra o calendário de celebrações da Independência do Brasil e reúne diferentes segmentos da sociedade em uma programação que valoriza a cidadania, a educação, a cultura, o esporte, a história e a participação comunitária de Jundiaí.

Jundiaí amplia cuidado em saúde mental para pessoas afetadas pelo uso problemático de jogos e apostas

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Publicada em 03/09/2026 às 12:10 As mudanças na forma como as pessoas vivem, trabalham e se relacionam também trazem novos desafios para a saúde mental. Entre eles está o uso problemático de jogos e apostas, que ganhou ainda mais espaço com a popularização das plataformas digitais. Segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), o transtorno do jogo afeta cerca de 1,2% da população adulta mundial. Em Jundiaí, a rede pública acompanha esse movimento e vem se preparando para acolher essa nova demanda de saúde mental. Profissionais da rede passaram por formação sobre o tema, e a Secretaria de Promoção da Saúde estuda ampliar a linha de cuidado e implantar um protocolo específico para esses casos, seguindo as diretrizes do Ministério da Saúde. “A proposta é que o atendimento não se limite à ideia de ‘vício’, mas considere a pessoa como um todo, levando em conta sua saúde mental, relações familiares, situação social e econômica e outros aspectos que possam estar relacionados ao uso problemático. A preparação da rede para essa demanda reforça uma característica importante do cuidado em saúde mental do município: acompanhar as transformações da sociedade e ampliar as possibilidades de acolhimento conforme surgem novas necessidades”, salienta o coordenador de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas, Alexandre Sandri. O acolhimento pode começar nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) ou nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). A partir da avaliação inicial, a equipe identifica o nível de risco e, junto com o usuário, define as estratégias de cuidado mais adequadas. O atendimento é feito por profissionais de diferentes áreas e pode envolver acompanhamento médico, psicológico, com terapeutas ocupacionais e assistentes sociais, além de atividades individuais ou em grupo e outras possibilidades oferecidas pela rede. Por ser um assunto que ainda é tabu para muitas pessoas, às vezes vergonha, culpa ou medo do julgamento podem fazer com que o usuário demore a contar que perdeu o controle sobre os jogos. “Por isso, para além do atendimento técnico, a proposta é oferecer um espaço seguro de escuta, troca e acolhimento, onde a pessoa possa falar sobre suas dificuldades sem julgamentos”, completa Sandri. A participação de familiares e outras pessoas próximas também é importante: eles podem procurar os serviços para receber orientação e ajudar na construção do cuidado, mesmo quando a própria pessoa ainda não consegue pedir ajuda. Além do atendimento presencial, o SUS também oferece teleatendimento em saúde mental para problemas relacionados a jogos e apostas, pelo aplicativo Meu SUS Digital, como mais uma possibilidade de acesso ao cuidado. Assessoria de ImprensaFotos: Fotógrafos PMJ

Setembro Amarelo – A campanha Setembro Amarelo salva vidas!

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Mês de conscientização e prevenção do suicídio Dia 10 de setembro é, oficialmente, o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, e o mês intitulado Setembro Amarelo, numa campanha nacional dedicada à conscientização e prevenção ao suicídio. Instituído em 2015 pela ABP – Associação Brasileira de Psiquiatria em parcerias com o CFM – Conselho Federal de Medicina, o CVV – Centro de Valorização da Vida, entre outros, para o desenvolvimento de mecanismos, palestras, ações e iniciativas para reduzir os índices de suicídio no país. Segundo dados da OMS – Organização Mundial de Saúde, morrem mais pessoas vítimas de suicídio do que em decorrência do HIV, malária, câncer de mama, guerras e homicídios. O Brasil registra uma média de 38 a 42 suicídios por dia, o que totaliza aproximadamente 14 mil e 15,5 mil por ano, com taxas crescentes e incidência maior entre os indivíduos do sexo masculino, com cerca de 79% do total, enquanto que entre as mulheres registra-se o maior índice de tentativas. A faixa etária de 30 a 39 anos representa 20% dos números de suicídios no país. Logo em seguida vemos jovens adultos de 20 a 29 anos com quase 20% dos índices. Adultos de meia-idade com 40 a 49 anos respondem por 18% das mortes. Embora representem uma parcela menor do volume total em comparação aos adultos jovens, as taxas específicas de mortalidade na população idosa são historicamente altas e acumulam forte alta proporcional a longo prazo na série histórica brasileira, especialmente nas faixas acima de 70 e 80 anos. Já os adolescentes de 15 a 19 anos e os pré-adolescentes de 10 a 14 anos surpreendem com dados que apontam crescimento superiores aos 40% do total, tornando-se um problema grave, uma questão de saúde pública. Não existe um percentual fixo e definido para as categorias profissionais que mais se suicidam. No entanto, estatísticas mostram que entre os trabalhadores que mais atentam contra a própria vida estão: homens do campo, médicos e veterinários, policiais e profissionais da saúde (técnicos e enfermeiros). Para eles, não bastasse a rotina cansativa e estressante ainda contam com fácil acesso aos meios letais mais eficazes e conhecimento de uso. Tudo acaba “facilitando” tentativas de suicídio com eficácia. A ajuda existe! Pode-se contatar o CVV, através do número 188. Disponível 24 horas por dia 7 dias na semana, oferece uma escuta acolhedora e anônima. Redes de saúde pública como UBS – Unidades Básicas de Saúde ou CAPS – Centros de Atenção Psicossocial ou Apoio profissional, através de psicólogos e psiquiatras para um acompanhamento adequado. Lembre-se são sinais de alerta: o isolamento social, a perda de interesse por atividades habituais, a mudança brusca de humor, sono ou apetite, e o descuido repentino com a aparência ou queda no rendimento. Fonte: https://setembroamarelo.org.br/

Uva Niágara Rosada ganha monumento e vira ponto turístico em Jundiaí

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A Uva Niágara Rosada de Jundiahy, um dos maiores símbolos de identidade, cultura e tradição do município ganhará, em breve, um novo marco na cidade. Um monumento a ela será montado no canteiro central da avenida Jundiaí, em frente ao Parque da Uva, reforçando a importância da Uva para a história e fama do município. O destaque será para um grande tonel de madeira, doado pela Cereser, que abrigará uma exposição permanente sobre a trajetória da Uva na cidade. O espaço também contará com iluminação, rampa de acessibilidade e paisagismo especial. O projeto é uma iniciativa da Diretoria de Parcerias da Prefeitura e das Secretarias de Agronegócios, Abastecimento e Turismo; de Planejamento Urbano e Meio Ambiente; de Mobilidade e Transporte; do Governo e da Infraestrutura e Serviços Públicos. Fonte: https://jundiai.sp.gov.br/