Bailarina com paralisia cerebral supera previsão médica e dança no Festival de Joinville

Por admin

Aos 11 anos, Manuela Nogueira, de Jundiaí (SP), trocou o andador pelo centro do palco e se tornou a primeira bailarina atípica do município a se apresentar no maior evento de dança do mundo. Por Leonardo Vieira, TV TEM Bailarina com paralisia cerebral transforma dança em história de superação em Jundiaí A história da jovem Manuela Nogueira, de 11 anos, mostra como a dança pode ser uma ferramenta de superação, autonomia e inclusão. Diagnosticada com paralisia cerebral aos dois anos, a menina de Jundiaí (SP) superou previsões médicas desfavoráveis e se tornou a primeira bailarina atípica da cidade a subir ao palco do Festival de Dança de Joinville (SC). O diagnóstico inicial apontava que a pequena não poderia dançar. No entanto, ao ver a mãe, Cristiane Nogueira, praticando balé, o desejo de Manu de seguir o mesmo caminho falou mais alto. Com o incentivo da família e a orientação de uma professora, ela ingressou na dança aos quatro anos, sempre acompanhada por um trabalho integrado de fisioterapia. “Coloquei a Manu no balé com auxílio da fisioterapia. Ela está sempre acompanhada para saber o que pode ou não fazer, e então se apaixonou. Está sempre dançando em todo lugar, em casa e até no banheiro”, afirma Cristiane. Apresentação em Joinville A rotina de treinos exige persistência para superar as limitações motoras. Durante o festival em Santa Catarina, Manu apresentou-se em grupo e também em um número solo. O ponto alto da apresentação ocorreu quando a menina deixou o andador rosa de lado para executar a coreografia sozinha no centro do palco, emocionando a plateia. “Eu sempre me emociono quando ela dança, mas em Joinville foi além. Depois da apresentação as pessoas pararam para tirar foto, muitas pessoas choraram e se emocionaram”, detalha a mãe. Bailarina de Jundiaí com paralisia cerebral supera diagnóstico e brilha no Festival de Joinville — Foto: Reprodução/TV Tem