A experiência que virou rock: Artrozes Rock Band prova que a música não tem idade para começar

Por Redação

Enquanto muitos desaceleram com o passar dos anos, cinco músicos decidiram fazer exatamente o contrário: aumentar o volume dos amplificadores e transformar amizade, experiência de vida e muito som em um projeto musical que tem conquistado o público. Assim nasceu a Artrozes Rock Band, grupo jundiaiense que mostra que a paixão pela música continua jovem, independentemente da idade. O nome, aliás, já entrega o bom humor dos integrantes. A história começou em 2024, após um encontro entre Oswaldo e Robertinho, então vocalista e baterista da banda. Ao assistir o guitarrista Percival se apresentar em um evento, Robertinho ficou impressionado com seu talento e não pensou duas vezes antes de fazer o convite para integrar o grupo. Percival aceitou o desafio e trouxe consigo Fábio para assumir o contrabaixo. Pouco tempo depois, Roberto Santis passou a integrar a formação, consolidando o projeto musical. Foi Robertinho quem deu o pontapé inicial na banda. Posteriormente, ele deixou o grupo para se dedicar a um projeto pessoal, abrindo espaço para a chegada do baterista Márcio Zanetti, que hoje completa a formação da Artrozes Rock Band. “Foi depois de muita discussão e cerveja”, brinca o guitarrista. “Entre um copo e outro alguém sugeriu ‘Os Anciões’, por conta da idade dos integrantes. O mais novo da banda tem 50 anos. Depois de muitas risadas, chegamos ao nome Artrozes, por motivos óbvios”, relembra Persival. O resultado foi um nome irreverente, carregado de personalidade e que traduz perfeitamente o espírito do grupo: bom humor, amizade e a certeza de que nunca é tarde para subir ao palco. Rock clássico na essência A Artrozes Rock Band bebe diretamente da fonte dos grandes nomes do rock dos anos 70. O repertório é inspirado em grupos consagrados como Led Zeppelin, Black Sabbath e Kansas, levando ao público músicas que atravessaram gerações e continuam emocionando fãs do gênero. A atual formação reúne: Neste momento, a banda ainda não possui composições autorais. A proposta é celebrar os grandes clássicos do rock, proporcionando apresentações cheias de energia e nostalgia. Mais do que uma banda, uma família Um dos grandes diferenciais da Artrozes Rock Band está na relação construída entre seus integrantes. Muito além dos ensaios e apresentações, eles se definem como uma verdadeira família, baseada no companheirismo, no respeito e na amizade. Apesar de seguirem carreiras profissionais distintas fora dos palcos, quando estão juntos o compromisso é um só: fazer a plateia cantar, vibrar e se emocionar. A interação com o público é uma das marcas registradas do grupo. Quem acompanha uma apresentação da Artrozes encontra músicos que tocam por prazer, celebram a vida através da música e não economizam energia no palco. Afinal, se o nome remete ao passar dos anos, a disposição dos integrantes prova justamente o contrário. Em tempos em que muitos projetos musicais nascem e desaparecem rapidamente, a Artrozes Rock Band aposta em algo que nunca sai de moda: amizade, talento e o amor pelo rock clássico. Contato para shows e eventos A Artrozes Rock Band está disponível para apresentações em bares, eventos particulares e festivais. Informações e contratações:(11) 9 9611-1492

Jundiaí ganha novos espaços de lazer com obras em parques e praças da cidade

Por Redação

A Prefeitura de Jundiaí está investindo na modernização dos parques e praças do município para oferecer mais conforto, segurança e opções de lazer para moradores e visitantes. Um dos principais destaques é o Jardim Botânico, que passa por melhorias em sua estrutura. O espaço, que possui cerca de 150 mil m² de área verde, recebeu um jardim aquático no antigo orquidário e contará com novas portarias, sanitários, bancos, mesas, estacionamento e acessos revitalizados. O parque abriga aproximadamente 60 espécies de aves e recebe cerca de dois mil visitantes por semana. A cidade também oferece diversas opções de lazer ao ar livre, como os parques Jardim do Lago, Engordadouro, Ecológico Morada das Vinhas, Botânicos Eloy Chaves e Tulipas, além do Parque do Trabalhador (Currupira) e do Bosque do Jardim Copacabana. As melhorias chegam ainda às praças públicas. A Praça Ayrton Senna, na Vila Guarani, recebeu nova iluminação, poda das árvores e restauração das calçadas. Em breve, o espaço contará com academia ao ar livre, área pet e quadra de areia revitalizada. Já a Praça Parque dos Ipês, no Retiro, ganhará playground, academia, iluminação moderna, acessibilidade e câmeras integradas à Guarda Municipal. O local também foi escolhido para receber um Varejão Noturno, ampliando as opções de convivência e movimentando a economia do bairro. As intervenções fazem parte do projeto de valorização dos espaços públicos de Jundiaí, que busca incentivar o contato com a natureza, a prática esportiva e a ocupação saudável das áreas de convivência espalhadas pela cidade.

Lei do Silêncio muda: horário das 22h deixa de ser regra geral para bares e eventos

Por Redação

Muita gente acredita que fazer barulho é permitido até as 22h e proibido depois desse horário. Mas essa ideia não é totalmente correta e, agora, as regras passam a ser ainda mais flexíveis em alguns casos. Com a mudança, o horário das 22h deixa de ser um limite geral para bares, restaurantes, shows e eventos em todo o país. A partir de agora, cada município poderá definir regras específicas de acordo com o local onde a atividade acontece. Na prática, isso significa que estabelecimentos localizados em polos gastronômicos, turísticos ou destinados ao entretenimento poderão ter horários diferenciados. Já áreas residenciais deverão continuar seguindo regras mais rígidas para preservar o sossego dos moradores. Outro ponto importante é que o barulho excessivo continua proibido em qualquer horário. Ou seja, fazer muito barulho às 15h também pode gerar fiscalização, multas e outras penalidades. As prefeituras passarão a analisar fatores como a intensidade do som, a existência de isolamento acústico, o tipo de atividade desenvolvida, as licenças concedidas ao estabelecimento e até as reclamações feitas pelos moradores da região. As mudanças também valem para restaurantes, academias, igrejas, oficinas mecânicas e outros estabelecimentos comerciais. Nos condomínios, pouco muda. As convenções e os regulamentos internos continuam podendo estabelecer horários próprios para festas e atividades coletivas, sendo as 22h um dos horários mais utilizados como referência. Em resumo, o que muda é que o horário das 22h deixa de ser uma regra única para todos. O controle do barulho passa a levar em consideração o local, o impacto causado à vizinhança e as normas estabelecidas por cada município. O que você precisa saber:

Smartphones ou câmeras fotográficas?A tecnologia amplia possibilidades, mas não substitui o olhar do fotógrafo

Por Redação

A fotografia nunca esteve tão presente no dia a dia das pessoas. Com o avanço da tecnologia e a popularização dos dispositivos móveis, registrar momentos tornou-se uma prática simples e acessível. Atualmente, o Brasil possui mais smartphones ativos do que habitantes, com cerca de 276,4 milhões de aparelhos em uso, o equivalente a aproximadamente 1,2 celular por pessoa. Quando somados tablets e notebooks, a média sobe para 1,8 dispositivo por habitante. Essa realidade transformou a maneira como produzimos e compartilhamos imagens. O que antes dependia de equipamentos específicos, hoje cabe no bolso. Smartphones modernos oferecem recursos cada vez mais avançados, como estabilização de vídeo, zoom aprimorado, inteligência artificial e melhor desempenho em ambientes com pouca luz, tornando-se importantes aliados tanto para usuários comuns quanto para produtores de conteúdo. Mas será que eles substituíram definitivamente as máquinas fotográficas? A resposta depende do objetivo de cada fotografia. Embora a qualidade das imagens produzidas pelos celulares tenha evoluído significativamente, ela não está relacionada apenas ao número de megapixels. Fatores como processamento computacional, tamanho do sensor, qualidade das lentes e algoritmos de inteligência artificial desempenham papel fundamental no resultado final. Os smartphones se destacam pela praticidade. Além de fotografar, permitem editar e compartilhar conteúdos instantaneamente nas redes sociais, reunindo diversas ferramentas em um único aparelho. Por isso, são ideais para a produção de conteúdo digital, registros cotidianos e trabalhos voltados ao marketing e ao comércio eletrônico. Por outro lado, as máquinas fotográficas continuam sendo referência quando o assunto é qualidade óptica e liberdade criativa. Equipadas com sensores maiores e lentes intercambiáveis, oferecem maior controle sobre iluminação, profundidade de campo e composição da imagem, permitindo resultados mais sofisticados e personalizados. Naturalmente, cada equipamento apresenta limitações. O uso constante da câmera do celular consome significativamente a bateria do aparelho e oferece menor flexibilidade em determinados ajustes manuais. Já as câmeras profissionais costumam ser maiores, exigem acessórios específicos, possuem custo mais elevado e demandam conhecimento técnico para extrair todo o seu potencial. Mesmo diante do crescimento dos smartphones, profissionais da fotografia seguem encontrando um mercado consolidado em segmentos que valorizam a qualidade artística e técnica das imagens. Casamentos, formaturas, batizados, ensaios gestacionais e newborn são alguns exemplos em que o olhar criativo do fotógrafo continua sendo um diferencial importante. A tecnologia democratizou a fotografia, mas não eliminou a necessidade do conhecimento e da sensibilidade artística. Smartphones e máquinas fotográficas não são concorrentes diretos em todos os cenários. Em muitos casos, eles se complementam, atendendo necessidades distintas. No fim das contas, a melhor câmera continua sendo aquela capaz de contar uma boa história. E, para isso, nenhum equipamento substitui o olhar de quem está por trás das lentes.