Jovem de 25 anos que é sócio de 27 empresas defende que ‘crescer é dividir’

Por Redação

Davi Braga fundou a primeira empresa ainda na adolescência. Em palestra em São Paulo, contou a fórmula que usa para tocar o ecossistema RealDeal, avaliado em R$ 80 milhões Davi Braga, hoje com 25 anos, ainda era um adolescente quando abriu sua primeira empresa — depois vendida por mais de meio milhão de reais. Hoje ele está à frente do RealDeal, um ecossistema de 27 empresas de consultoria, investimentos e aceleração empresarial, avaliado em R$ 80 milhões. Ao longo de sua trajetória, soma participações na Forbes Under 30, dois livros publicados, passagens por TEDx Talks e pelo programa Shark Tank. Nesta sexta-feira (24/7), ele participou de um painel na Expo Empreendedor, em São Paulo. Duante o evento, Braga afirmou que negócio que cresce sozinho, cresce até um limite. “Quem divide, cresce”, repetiu o empreendedor várias vezes ao longo da fala, defendendo que abrir mão de parte do controle — dividindo lucros e responsabilidades com sócios e equipes — é o que permite escalar mais rápido do que tocar tudo sozinho. Braga contou que fundou sua primeira empresa aos 13 anos e que, na adolescência, já era sócio de vários negócios. Também relatou ter chegado a trabalhar até 20 horas por dia, dormindo poucas horas por noite, período em que confundia estar ocupado com estar crescendo. “Eu tinha uma agenda cheia, mas uma vida vazia”, disse, ao descrever a fase em que revisou a forma como conduzia os próprios negócios. Foi dessa revisão, segundo ele, que nasceu o método que hoje ensina a outros empresários. Para Braga, todo negócio — seja de produto ou serviço, venda para empresas ou para o consumidor final — depende de três frentes: atração de clientes, conversão em vendas e retenção da base. Ele defende que a criação de conteúdo é hoje o principal canal de atração, inclusive para empresas que não vendem diretamente ao consumidor final. “Conteúdo não se cria, se documenta”, afirmou, ao recomendar que empresários mostrem o dia a dia do negócio em vez de tentar produzir algo artificial para as redes. Na etapa de vendas, ele apontou dois fatores que, segundo sua experiência, aumentam a percepção de valor de um produto sem alterar sua essência: cuidado com embalagem e apresentação, e uso de prova social — depoimentos e avaliações de clientes satisfeitos. Já a retenção, disse Braga, é onde está a maior parte do lucro de um negócio, por ser mais barato vender de novo para quem já é cliente do que conquistar um cliente novo. “As pessoas não querem você, querem a solução que você entrega”, resumiu, ao tratar da importância de manter o foco na dor que o produto resolve. Fonte:PEGN

Animais passam por atendimento em Jundiaí após serem resgatados de armadilha de cola

Por Redação

Três animais foram resgatados no sábado (18) e encaminhados para a Mata Ciliar, em Jundiaí (SP), após ficarem presos em armadilhas de cola. Os bichos, uma coruja-do-mato, um pardal e uma cobra-coral (falsa), passaram por atendimento veterinário e continuam internados para observação. Os animais foram socorridos de três armadilhas diferentes nas cidades de Jundiaí, Cajamar (SP) e Paulínia (SP). Eles passaram por limpeza das penas e do corpo e estão fora de perigo. Segundo a Mata Ciliar, o dispositivo com cola é geralmente utilizado para capturar ratos. No entanto, diversos animais silvestres ficam presos no produto e não conseguem sair. “Muitos animais são resgatados e chegam a tempo na Mata Ciliar. Porém, muitos não resistem porque morrem tentando se desvencilhar da cola. É um fim lento e sofrido”, lamenta. De acordo com a associação, é possível encontrar outras alternativas para afastar animais indesejados, como bloquear o acesso a possíveis abrigos em forros. “Também dá para recolher a comida dos animais domésticos durante a noite e deixar as lixeiras bem fechadas para não atrair outros bichos”, diz. Fote g1

Festival de Inverno reúne gastronomia e música ao vivo neste fim de semana no Centro

Por Redação

Quem busca uma programação diferente para aproveitar o frio encontra uma boa opção neste fim de semana em Jundiaí. A Praça da Matriz recebe, neste sábado (25) e domingo (26), o Festival de Inverno, evento gratuito que reúne gastronomia, cervejas artesanais, vinhos e apresentações musicais em um ambiente preparado para toda a família. Os empreendedores do Jundiaí Gastronomia de Rua levarão ao público um cardápio inspirado na estação, com pratos como fondue de queijo, polenta cremosa com ragu de linguiça, escondidinho de linguiça com mandioquinha, caldos, pizzas, hambúrgueres artesanais, lanches, espetinhos e diversas opções de porções. Para quem não abre mão de uma sobremesa, o festival também contará com churros, doces artesanais, churrvetes e o tradicional choconhaque. A programação inclui ainda vinhos e cervejas produzidas pelo Polo Cervejeiro de Jundiaí, oferecendo diferentes estilos para harmonizar com os pratos. Além da gastronomia, a música será um dos destaques do evento. No sábado, o palco recebe Edu Rocker Trio, às 14h, Shelly Simon, às 16h30, e Aranhas Amplificadas, às 20h. No domingo, as apresentações ficam por conta de Johnny Faria Trio, às 14h, Leandro Saito, às 16h30, e Juliana Kosso, às 20h, com repertórios que passeiam pelo rock, blues, MPB e grandes sucessos da música brasileira. Com entrada gratuita, o Festival de Inverno integra a programação do Centro da Gente, iniciativa que busca fortalecer o comércio local e incentivar a ocupação dos espaços públicos com atividades culturais, gastronômicas e de lazer. Confira a programação do segundo fim de semana Sábado (25) Domingo (26) Com entrada gratuita, o Festival de Inverno é uma excelente opção de lazer para quem deseja aproveitar o fim de semana em um ambiente seguro, agradável e repleto de atrações para toda a família. Assessoria de Imprensa

A experiência que virou rock: Artrozes Rock Band prova que a música não tem idade para começar

Por Redação

Enquanto muitos desaceleram com o passar dos anos, cinco músicos decidiram fazer exatamente o contrário: aumentar o volume dos amplificadores e transformar amizade, experiência de vida e muito som em um projeto musical que tem conquistado o público. Assim nasceu a Artrozes Rock Band, grupo jundiaiense que mostra que a paixão pela música continua jovem, independentemente da idade. O nome, aliás, já entrega o bom humor dos integrantes. A história começou em 2024, após um encontro entre Oswaldo e Robertinho, então vocalista e baterista da banda. Ao assistir o guitarrista Percival se apresentar em um evento, Robertinho ficou impressionado com seu talento e não pensou duas vezes antes de fazer o convite para integrar o grupo. Percival aceitou o desafio e trouxe consigo Fábio para assumir o contrabaixo. Pouco tempo depois, Roberto Santis passou a integrar a formação, consolidando o projeto musical. Foi Robertinho quem deu o pontapé inicial na banda. Posteriormente, ele deixou o grupo para se dedicar a um projeto pessoal, abrindo espaço para a chegada do baterista Márcio Zanetti, que hoje completa a formação da Artrozes Rock Band. “Foi depois de muita discussão e cerveja”, brinca o guitarrista. “Entre um copo e outro alguém sugeriu ‘Os Anciões’, por conta da idade dos integrantes. O mais novo da banda tem 50 anos. Depois de muitas risadas, chegamos ao nome Artrozes, por motivos óbvios”, relembra Persival. O resultado foi um nome irreverente, carregado de personalidade e que traduz perfeitamente o espírito do grupo: bom humor, amizade e a certeza de que nunca é tarde para subir ao palco. Rock clássico na essência A Artrozes Rock Band bebe diretamente da fonte dos grandes nomes do rock dos anos 70. O repertório é inspirado em grupos consagrados como Led Zeppelin, Black Sabbath e Kansas, levando ao público músicas que atravessaram gerações e continuam emocionando fãs do gênero. A atual formação reúne: Neste momento, a banda ainda não possui composições autorais. A proposta é celebrar os grandes clássicos do rock, proporcionando apresentações cheias de energia e nostalgia. Mais do que uma banda, uma família Um dos grandes diferenciais da Artrozes Rock Band está na relação construída entre seus integrantes. Muito além dos ensaios e apresentações, eles se definem como uma verdadeira família, baseada no companheirismo, no respeito e na amizade. Apesar de seguirem carreiras profissionais distintas fora dos palcos, quando estão juntos o compromisso é um só: fazer a plateia cantar, vibrar e se emocionar. A interação com o público é uma das marcas registradas do grupo. Quem acompanha uma apresentação da Artrozes encontra músicos que tocam por prazer, celebram a vida através da música e não economizam energia no palco. Afinal, se o nome remete ao passar dos anos, a disposição dos integrantes prova justamente o contrário. Em tempos em que muitos projetos musicais nascem e desaparecem rapidamente, a Artrozes Rock Band aposta em algo que nunca sai de moda: amizade, talento e o amor pelo rock clássico. Contato para shows e eventos A Artrozes Rock Band está disponível para apresentações em bares, eventos particulares e festivais. Informações e contratações:(11) 9 9611-1492

Jundiaí ganha novos espaços de lazer com obras em parques e praças da cidade

Por Redação

A Prefeitura de Jundiaí está investindo na modernização dos parques e praças do município para oferecer mais conforto, segurança e opções de lazer para moradores e visitantes. Um dos principais destaques é o Jardim Botânico, que passa por melhorias em sua estrutura. O espaço, que possui cerca de 150 mil m² de área verde, recebeu um jardim aquático no antigo orquidário e contará com novas portarias, sanitários, bancos, mesas, estacionamento e acessos revitalizados. O parque abriga aproximadamente 60 espécies de aves e recebe cerca de dois mil visitantes por semana. A cidade também oferece diversas opções de lazer ao ar livre, como os parques Jardim do Lago, Engordadouro, Ecológico Morada das Vinhas, Botânicos Eloy Chaves e Tulipas, além do Parque do Trabalhador (Currupira) e do Bosque do Jardim Copacabana. As melhorias chegam ainda às praças públicas. A Praça Ayrton Senna, na Vila Guarani, recebeu nova iluminação, poda das árvores e restauração das calçadas. Em breve, o espaço contará com academia ao ar livre, área pet e quadra de areia revitalizada. Já a Praça Parque dos Ipês, no Retiro, ganhará playground, academia, iluminação moderna, acessibilidade e câmeras integradas à Guarda Municipal. O local também foi escolhido para receber um Varejão Noturno, ampliando as opções de convivência e movimentando a economia do bairro. As intervenções fazem parte do projeto de valorização dos espaços públicos de Jundiaí, que busca incentivar o contato com a natureza, a prática esportiva e a ocupação saudável das áreas de convivência espalhadas pela cidade.

Lei do Silêncio muda: horário das 22h deixa de ser regra geral para bares e eventos

Por Redação

Muita gente acredita que fazer barulho é permitido até as 22h e proibido depois desse horário. Mas essa ideia não é totalmente correta e, agora, as regras passam a ser ainda mais flexíveis em alguns casos. Com a mudança, o horário das 22h deixa de ser um limite geral para bares, restaurantes, shows e eventos em todo o país. A partir de agora, cada município poderá definir regras específicas de acordo com o local onde a atividade acontece. Na prática, isso significa que estabelecimentos localizados em polos gastronômicos, turísticos ou destinados ao entretenimento poderão ter horários diferenciados. Já áreas residenciais deverão continuar seguindo regras mais rígidas para preservar o sossego dos moradores. Outro ponto importante é que o barulho excessivo continua proibido em qualquer horário. Ou seja, fazer muito barulho às 15h também pode gerar fiscalização, multas e outras penalidades. As prefeituras passarão a analisar fatores como a intensidade do som, a existência de isolamento acústico, o tipo de atividade desenvolvida, as licenças concedidas ao estabelecimento e até as reclamações feitas pelos moradores da região. As mudanças também valem para restaurantes, academias, igrejas, oficinas mecânicas e outros estabelecimentos comerciais. Nos condomínios, pouco muda. As convenções e os regulamentos internos continuam podendo estabelecer horários próprios para festas e atividades coletivas, sendo as 22h um dos horários mais utilizados como referência. Em resumo, o que muda é que o horário das 22h deixa de ser uma regra única para todos. O controle do barulho passa a levar em consideração o local, o impacto causado à vizinhança e as normas estabelecidas por cada município. O que você precisa saber: