Linhas 704 e 528 passam a operar com novos horários em Jundiaí

Por Redação

Mudanças entram em vigor nesta segunda-feira (10) e incluem ajustes nas viagens da linha 704 e uma nova partida da linha 528 no início da manhã Os passageiros das linhas municipais 704 e 528 devem ficar atentos às mudanças na programação que começaram a valer nesta segunda-feira (10), em Jundiaí. As alterações foram definidas pela Secretaria Municipal de Mobilidade e Transporte após o acompanhamento da operação e a análise de solicitações apresentadas pelos usuários. Na linha 704, os horários foram redistribuídos, principalmente durante o período da manhã. Segundo a Prefeitura, o objetivo é aproximar o atendimento da programação praticada anteriormente, melhorar a regularidade das viagens e oferecer mais previsibilidade aos passageiros nos momentos de maior movimento. Outra mudança envolve o ponto utilizado como referência para a marcação dos horários no bairro. A partir de agora, será considerado o ponto localizado na Rua Robartino Martho, nas proximidades do número 465. Já a linha 528 ganhou uma nova primeira viagem de segunda a sexta-feira. O ônibus passa a sair do Terminal Central às 5h25, ampliando o atendimento aos trabalhadores e demais passageiros que precisam utilizar o transporte coletivo nas primeiras horas do dia. De acordo com a administração municipal, a operação das linhas continuará sendo monitorada e poderá receber novas adequações conforme a demanda, os indicadores de desempenho e os estudos técnicos. Os horários completos e atualizados podem ser consultados no site do Sistema Integrado de Transporte Urbano (SITU). As informações foram confirmadas na publicação oficial da Prefeitura de Jundiaí.

De Jundiaí ao Canadá: pai transforma desafios da imigração em oportunidade para a família

Por Redação

Há sete anos em Ontário, Guilherme Ricci encontrou na carpintaria um caminho para recomeçar e construir, ao lado da esposa Juliana e dos filhos Hannah e Ryan, uma vida longe do Brasil Deixar o país de origem, afastar-se da família e recomeçar a vida em uma cultura diferente exige mais do que planejamento. Para o jundiaiense Guilherme Ricci e sua esposa, Juliana Cassalho Ricci, a mudança para o Canadá representou um salto para fora da zona de conforto e o início de uma trajetória marcada por desafios, aprendizado e superação. O casal deixou Jundiaí em busca de novas experiências e melhores oportunidades. A adaptação, porém, não aconteceu de forma imediata. Além da distância dos familiares e amigos, Guilherme e Juliana precisaram enfrentar as dificuldades do idioma, as diferenças culturais e as inseguranças comuns a quem tenta reconstruir a vida em outro país. Atualmente, a família vive na província de Ontário, onde está há sete anos. Foi na construção civil, especialmente na área de carpintaria, que Guilherme encontrou uma oportunidade para crescer profissionalmente. Com o tempo, desenvolveu uma forma própria de organizar e executar o trabalho, conquistou espaço no mercado e passou a obter os recursos necessários para proporcionar uma vida digna e tranquila à família. A experiência também ampliou seus conhecimentos para além da profissão. Guilherme aprendeu inglês, desenvolveu a comunicação em espanhol durante a convivência com outros imigrantes e afirma que já consegue “arranhar” algumas palavras em francês. “No começo, tudo parecia mais difícil porque estávamos longe de tudo o que conhecíamos. Foi preciso aprender o idioma, entender uma nova cultura e aceitar que teríamos de começar novamente. A paternidade me deu ainda mais força para continuar. Hoje, quando vejo meus filhos crescendo, estudando e tendo oportunidades, sinto que cada dificuldade enfrentada valeu a pena”, relata Guilherme. Recomeço também para Juliana Mesmo tendo concluído duas faculdades no Brasil, Juliana precisou ingressar em uma área diferente de sua formação. No Canadá, passou a integrar uma equipe de limpeza, atividade profissional classificada oficialmente como light duty cleaner e que também pode receber denominações como house cleaner ou housekeeper, dependendo do ambiente e das funções exercidas. O trabalho foi interrompido após o nascimento da primeira filha. Juliana passou então a se dedicar à maternidade e, posteriormente, encontrou na internet uma nova forma de atuação. Atualmente, produz conteúdos digitais e compartilha experiências relacionadas à vida da família no Canadá. O casal tem dois filhos, Hannah e Ryan. As crianças estudam no país e, segundo os pais, contam com o suporte oferecido pelo sistema educacional canadense. Em Ontário, o governo provincial é responsável pela educação pública financiada pelo Estado, da educação infantil ao fim do ensino médio. Para Guilherme, acompanhar o desenvolvimento dos filhos em um ambiente com estrutura educacional e novas possibilidades tornou-se uma das maiores recompensas da mudança. “Ser pai longe do Brasil também traz desafios. Queremos que nossos filhos aproveitem tudo o que o Canadá oferece, mas fazemos questão de ensinar nossas raízes, nossa língua e os valores que trouxemos de casa. Eles estão crescendo entre duas culturas, e isso também é uma riqueza”, afirma. Amizades que diminuem a distância A construção de uma rede de apoio foi essencial durante a adaptação. Ao longo dos anos, Guilherme e Juliana criaram vínculos com brasileiros, espanhóis e imigrantes de outras nacionalidades que vivem em Ontário. As amizades ajudaram a diminuir a sensação de isolamento e a tornar mais leve a experiência de viver longe da terra natal. A convivência multicultural também contribuiu para o aprendizado de novos idiomas e para a compreensão de diferentes costumes. Aos poucos, o lugar inicialmente desconhecido passou a ser reconhecido como lar. Apesar da estabilidade conquistada, Guilherme não esconde a saudade de Jundiaí e do Brasil. O desejo de retornar à cidade natal existe, alimentado pelas lembranças, pelos vínculos familiares e pela ligação afetiva com suas origens. A situação econômica brasileira, no entanto, é apontada por ele como um fator de preocupação antes de qualquer decisão definitiva. “O Brasil continua sendo a nossa terra e Jundiaí ocupa um lugar muito especial na minha vida. Tenho vontade de voltar, mas uma decisão assim precisa ser tomada com responsabilidade, principalmente porque envolve o futuro dos nossos filhos. A preocupação econômica pesa, embora o amor pelo Brasil nunca tenha diminuído”, diz. Neste Dia dos Pais, a história de Guilherme revela que a paternidade também pode ser uma jornada de coragem. Entre ferramentas, novos idiomas, saudade e reconstrução, ele encontrou motivação para transformar as incertezas da imigração em um projeto de vida para Hannah e Ryan. Mais do que cruzar fronteiras, Guilherme e Juliana construíram uma nova trajetória familiar — sem esquecer o lugar onde tudo começou. Casal de Jundiaí compartilha rotina, passeios e histórias de brasileiros no Canadá No projeto “Na Volta Eu Te Conto”, Guilherme e Juliana mostram a vida em família, apresentam lugares e valorizam empreendedores locais Mais do que divulgar destinos, o casal procura contar as histórias existentes por trás de cada lugar. A proposta é ajudar o público a conhecer diferentes opções de lazer, gastronomia e entretenimento, mostrando com sinceridade o que realmente vale a pena visitar. O projeto também conta com um quadro dedicado aos empreendedores locais. Nele, Guilherme e Juliana apresentam restaurantes, lojas e outros estabelecimentos, dando visibilidade às pessoas responsáveis pelos negócios e às trajetórias construídas por brasileiros e imigrantes no Canadá. Com o “Na Volta Eu Te Conto”, Guilherme e Juliana transformam passeios e momentos cotidianos em histórias, informações e lembranças. O projeto marca uma nova etapa na trajetória do casal e cria uma ponte entre a vida no Canadá e o público brasileiro. Quer acompanhar essa família, conhecer novos lugares e descobrir histórias de quem empreende no Canadá? Acesse o link e conheça o “Na Volta Eu Te Conto”: https://www.youtube.com/@navoltaeuteconto

Pai solo do Jardim Santa Gertrudes dedica rotina aos cuidados do filho com deficiência visual

Por Redação

Antônio Carlos Pereira concilia trabalho, tarefas domésticas e a rotina de reabilitação de Aaron, acompanhado desde os 3 anos pelo Instituto Jundiaiense Luiz Braille Morador do Jardim Santa Gertrudes, em Jundiaí, Antônio Carlos Pereira, de 50 anos, representa uma paternidade marcada pela presença, pelo cuidado e pela superação diária. Pai solo, ele é responsável pela criação de Aaron, que nasceu prematuro e com deficiência visual total. A rotina de Antônio inclui os serviços como trabalhador autônomo, as atividades domésticas e o acompanhamento do filho em consultas, terapias e atendimentos especializados. Para garantir que Aaron receba todo o suporte necessário, o pai precisou reorganizar a própria vida profissional e familiar. Atualmente, o menino é atendido pela equipe de Reabilitação do Instituto Jundiaiense Luiz Braille de Assistência ao Deficiente da Visão. Antônio acompanha de perto cada etapa do desenvolvimento do filho e costuma estar presente nas atividades realizadas na instituição. A participação constante chama a atenção dos profissionais, principalmente porque as salas de espera dos serviços de reabilitação ainda são ocupadas, em sua maioria, por mães e avós. Antônio cria Aaron sozinho desde a morte da companheira, Andreia Maciel, há cinco anos. Segundo ele, Andreia enfrentou problemas de saúde e chegou a procurar atendimento médico, passando por diferentes exames. Antônio assumiu sozinho a criação do filho Durante a gestação, o casal descobriu que esperava gêmeos. Um dos bebês, entretanto, morreu antes do nascimento. Aaron nasceu prematuro e com deficiência visual total, exigindo cuidados e acompanhamento desde os primeiros anos de vida. Após a morte da companheira, Antônio passou a assumir integralmente as responsabilidades da casa e da criação do menino. Além de garantir os cuidados básicos, tornou-se a principal referência afetiva e educacional do filho. A nova realidade exigiu mudanças profundas. Em determinado período, Antônio deixou o emprego para se dedicar exclusivamente a Aaron. Mais tarde, retornou ao mercado de trabalho como autônomo, modelo que lhe proporcionou maior flexibilidade para acompanhar os atendimentos. Pai aprendeu braille para acompanhar Aaron Aaron completa 10 anos no dia 13 de agosto. Ao longo desse período, Antônio também precisou aprender novas formas de comunicação e orientação para participar do desenvolvimento do filho. Entre os conhecimentos adquiridos está a leitura em braille, sistema de escrita e leitura utilizado por pessoas com deficiência visual. Para o pai, a convivência com Aaron também trouxe aprendizados sobre paciência, dedicação e responsabilidade. “Com o Aaron, aprendi a ler em braille, a ter paciência e a entender que vale a pena se dedicar a um filho”, relata. Mesmo diante das dificuldades, Antônio considera que os momentos compartilhados com o menino são sua maior recompensa. “Minha alegria é estar ao lado dele. Não existe presente melhor no mundo do que o sorriso do meu filho”, declara. Atendimento busca desenvolver autonomia e independência Aaron recebe acompanhamento de uma equipe multidisciplinar no Instituto Luiz Braille. Os atendimentos envolvem áreas como Pedagogia, Psicologia, Fonoaudiologia, Terapia Ocupacional, Fisioterapia, Orientação e Mobilidade. O trabalho busca ampliar as habilidades do menino e oferecer instrumentos para que ele desenvolva cada vez mais autonomia nas atividades cotidianas. A fonoaudióloga Ana Lúcia Jacomasso Crepaldi acompanha Aaron desde pequeno. Segundo a profissional, pai e filho construíram uma relação baseada no afeto e no companheirismo. “O Aaron e o pai têm uma relação de grande amor. Antônio está atento a todas as necessidades do filho”, afirma. Ana Lúcia também destaca que o menino é educado e demonstra valores humanos importantes. Na avaliação da profissional, Aaron apresenta condições para conquistar mais independência com o apoio adequado. “Aaron é extremamente educado e possui valores humanos muito fortes. Ele tem condições de desenvolver autonomia e independência”, explica. Para a fonoaudióloga, os avanços apresentados pelo menino estão diretamente relacionados ao envolvimento do pai em sua formação e no acompanhamento das orientações oferecidas pela equipe. “É resultado da dedicação de um pai que exerce dignamente seu papel. É muito bonito acompanhar essa relação”, completa. Presença paterna é reconhecida pelos profissionais A assistente social da Reabilitação, Viviane Santos, afirma que a participação de Antônio desperta a admiração dos profissionais da instituição. Segundo ela, a presença masculina no acompanhamento das crianças ainda é menos frequente. “É raro vermos pais trazendo as crianças. Por isso, o pai do Aaron é um exemplo”, observa. Mesmo dividindo o tempo entre trabalho, casa e cuidados com o filho, Antônio procura participar dos momentos importantes e acompanhar as orientações da equipe. Viviane também ressalta que o resultado desse envolvimento pode ser percebido no comportamento e no desenvolvimento de Aaron. “O Aaron é muito desenvolvido, falante, educado e gentil. É uma graça de menino”, afirma. Uma história de cuidado no Jardim Santa Gertrudes No Jardim Santa Gertrudes, a história de Antônio e Aaron evidencia uma realidade vivida por muitas famílias que precisam conciliar trabalho, responsabilidades domésticas e acompanhamento especializado. Mais do que uma narrativa de superação individual, a trajetória dos dois reforça a importância de serviços de reabilitação acessíveis, de redes de apoio às famílias e da participação dos pais no desenvolvimento das crianças com deficiência. Neste Dia dos Pais, Antônio não mede a paternidade por grandes gestos. Seu exemplo aparece nas tarefas cotidianas: acompanhar uma consulta, aprender braille, reorganizar o trabalho, cuidar da casa e estimular o filho a conquistar a própria independência. Para Aaron, essa presença diária transforma o pai em seu principal companheiro e em uma referência dentro e fora de casa.

Dia D da Multivacinação será realizado em cinco pontos de Jundiaí no dia 22

Por Redação

Jundiaí realiza no próximo dia 22 de agosto, um sábado, o Dia D da Campanha de Multivacinação, com atendimento em cinco pontos da cidade para atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. A imunização será oferecida das 8h às 16h30 na Clínica da Família Almerinda Chaves, Clínica da Família Ponte São João, UBS Jardim do Lago e Clínica da Família Hortolândia. Também haverá atendimento no Espaço Jundiaí Empreendedora, no Maxi Shopping, das 10h às 18h. Durante a mobilização, profissionais de saúde vão avaliar a caderneta de vacinação e aplicar as doses em atraso, de acordo com a idade e o Calendário Nacional de Vacinação. A iniciativa busca ampliar a cobertura vacinal e reforçar a proteção contra doenças como sarampo e coqueluche. Embora Jundiaí não registre casos de sarampo desde 2019, o Estado de São Paulo confirmou novos casos da doença neste ano, o que reforça a importância da vacinação. A campanha de multivacinação segue até o dia 1º de setembro em todas as unidades de saúde do município. Para receber o atendimento, pais e responsáveis devem apresentar a caderneta de vacinação, além de um documento de identificação e o CPF da criança ou do adolescente.

Hospital São Vicente realiza bazar nos dias 10 e 11 de agosto

Por Redação

O Hospital de Caridade São Vicente de Paulo (HSV) realiza, nos dias 10 e 11 de agosto, mais uma edição do tradicional Bazar do Voluntariado. O evento será das 8h às 16h, na Rua Dr. Leonardo Cavalcanti, 350, Centro de Jundiaí, e é aberto à comunidade e aos colaboradores da Instituição. No Bazar, os visitantes encontram uma grande variedade de itens novos e usados em bom estado, como roupas, calçados, acessórios, roupas de cama, mesa e banho, louças, utensílios domésticos, brinquedos, livros e muito mais. Todos os produtos passam por uma curadoria cuidadosa realizada pelas voluntárias antes de serem disponibilizados para venda. Os preços são acessíveis, a partir de R$ 3, e o pagamento pode ser feito em dinheiro, Pix ou cartão de débito. Toda a renda arrecadada é revertida para o Hospital São Vicente e ações do voluntariado da Instituição. De acordo com a supervisora de Projetos Sociais do HSV, Viviane Rasera, além de proporcionar compras com preços atrativos, o Bazar também fortalece a corrente de solidariedade em benefício da Instituição. “As compras realizadas no Bazar do Voluntariado se transformam em apoio para o Hospital e para os pacientes atendidos. É uma oportunidade para a comunidade contribuir com uma causa importante e, ao mesmo tempo, encontrar produtos de qualidade por valores acessíveis”, afirma. Doações A iniciativa é promovida pelo voluntariado do Hospital São Vicente e depende do recebimento de doações por parte da população. Os interessados podem entregar os itens em bom estado às quartas-feiras, das 14h às 16h, no mesmo endereço em que é realizado o evento: Rua Dr. Leonardo Cavalcanti, 350, Centro. Fonte/ Imagem: TVTEC Jundiaí /RS Notícias/ Assessoria de Comunicação – Hospital de Caridade São Vicente de Paulo

São Paulo confirma 16º caso de sarampo e reforça vacinação em três cidades

Por Redação

Estado contabiliza 13 registros na capital, dois em São Bernardo do Campo e um em Guarulhos; moradores de outras cidades devem verificar e atualizar a caderneta de vacinação O Estado de São Paulo confirmou o 16º caso de sarampo registrado em 2026. De acordo com o Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE), 13 casos foram identificados na capital paulista, dois em São Bernardo do Campo e um em Guarulhos. O registro mais recente envolve uma criança de Guarulhos que não havia sido vacinada contra a doença. Diante do cenário epidemiológico, a Secretaria de Estado da Saúde ampliou a vacinação nos três municípios que apresentam casos confirmados. Todos os moradores de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo com idade entre 6 meses e 59 anos devem procurar uma unidade de saúde para receber uma dose da vacina, independentemente da situação vacinal anterior. A vacina utilizada é a tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. O imunizante está disponível gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Orientação para Jundiaí e região Nos demais municípios paulistas, incluindo Jundiaí e cidades da região, a recomendação é verificar a caderneta e completar o esquema vacinal de acordo com a idade. Crianças devem receber a primeira dose da tríplice viral aos 12 meses e a segunda aos 15 meses, preferencialmente por meio da vacina tetraviral, que também protege contra a varicela. Pessoas entre 5 e 29 anos precisam ter duas doses comprovadas. Para quem tem entre 30 e 59 anos, o esquema de rotina prevê uma dose. Quem perdeu a caderneta ou não sabe se está com a vacinação completa deve procurar uma UBS para receber orientação. Nos três municípios com circulação da doença, bebês de 6 a 11 meses recebem a chamada “dose zero”. Essa aplicação é uma proteção adicional e não substitui as doses previstas aos 12 e aos 15 meses. Gestantes, crianças menores de 6 meses e pessoas imunossuprimidas não devem receber a tríplice viral sem avaliação profissional e precisam buscar orientação em uma unidade de saúde. Cobertura vacinal está abaixo da meta Dados preliminares divulgados pelo Governo de São Paulo mostram que, em 2026, a cobertura da primeira dose da tríplice viral está em 77,5%. Na segunda dose, o índice cai para 65,5%. Os dois percentuais estão abaixo da meta de 95% estabelecida pelo Ministério da Saúde. A baixa cobertura aumenta o número de pessoas suscetíveis e favorece a circulação do vírus, principalmente em locais com grande concentração de pessoas. Sintomas e transmissão O sarampo é uma doença infecciosa altamente transmissível. O vírus pode ser espalhado pelo ar quando a pessoa contaminada tosse, espirra, fala ou respira. Entre os principais sintomas estão: Pessoas que apresentarem sintomas compatíveis devem evitar contato com outras pessoas e procurar atendimento médico. A recomendação é informar previamente à unidade de saúde sobre a suspeita, permitindo que sejam adotadas medidas para impedir a exposição de outros pacientes. A vacinação continua sendo a forma mais eficaz de prevenção e de interrupção da circulação do vírus. Com informações da Secretaria de Estado da Saúde e do Governo de São Paulo.