“Terra da Uva” consagra mais uma espécie de uva: A Niágara Rosada Sem Sementes

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Por Erica Matsumoto Consagrada a “Terra da Uva”, a cidade de Jundiaí orgulha-se pelo cultivo da uva Niágara Rosada e por ser responsável por 30% da produção da fruta no estado. O município abriga o Parque da Uva, palco da tradicional Festa da Uva e Expo Vinhos, evento de relevância nacional que tende a ocorrer anualmente, no primeiro trimestre. Fiel ao cultivo da Niágara desde 1933, a fruta passou por várias mutações naturais até chegar a sua mais recente descendente, a Uva Niágara Sem Sementes ou Rosinha, que apresenta o mesmo sabor adocicado mas possuem cachos de cerca de 50% menores que a tradicional. A Niágara Rosada sem Semente passa pelo processo de registro junto ao IAC – Instituto Agronômico de Campinas/Unidade Jundiaí para que, em um futuro próximo, possa ser produzida e comercializada em escala, elevando ainda mais o nome da cidade no meio vinícolo. Outras mutações da fruta Niágara Branca (original) e a Rosada, mais conhecidas pelos consumidores. E outras que só existem em Jundiaí como a Niágara Rosada Gigante, Niágara Rosada Oval, Niágara Branca Oval, Niágara Branca Gigante, Niágara Rajada ou Mesclada, Niágara Rosada Seck e a Niágara Rosada sem sementes Contando com cerca de 20 adegas e vinícolas espalhadas, principalmente, pelos bairros do Caxambu, Roseira e Traviú, Jundiaí que integra a Rota Turística de Vinhos da região, passou a fazer parte, recentemente, do Guia “Rota do Vinho do Estado de São Paulo”. Para quem se interessar em cultivar as novas uvas sem semente, já existem alguns kits disponíveis em viveiros que podem ser encontrados ao preço de R$ 45 a R$ 200 em média, dependendo da época do ano. Fonte: https://jundiai.sp.gov.br/

Avenida 9 de Julho: uma história que atravessa Jundiaí

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Antes de se tornar uma das avenidas mais conhecidas e importantes da cidade, a Avenida 9 de Julho tinha uma paisagem bem diferente da que vemos hoje. Na década de 1970, a região era marcada pelo Córrego do Mato e por áreas ainda pouco urbanizadas. Com o crescimento de Jundiaí, surgiu a necessidade de criar uma grande via que ajudasse a ligar diferentes pontos da cidade e acompanhasse o ritmo de desenvolvimento urbano. Foi assim que a antiga paisagem deu lugar a uma avenida ampla, moderna para a época, que se tornaria símbolo de progresso e transformação. O nome “9 de Julho” faz referência à Revolução Constitucionalista de 1932, uma data importante para a história do Estado de São Paulo. Hoje, a Avenida 9 de Julho é muito mais do que uma via de passagem. Ela faz parte da memória afetiva dos jundiaienses, guarda lembranças de diferentes gerações e continua sendo um dos cartões-postais da cidade. Uma avenida que nasceu da transformação e se tornou parte da identidade de Jundiaí. A base histórica: a avenida começou a ser construída a partir de 1974, na gestão do prefeito Íbis Cruz, sobre uma região ligada ao antigo Córrego do Mato; o nome homenageia a Revolução Constitucionalista de 1932.